O descuido de uma adolescente !

•10 de dezembro de 2010 • 1 Comentário

Saindo de casa para ir ao trabalho, tive que passar no médico antes para pegar uns exames que minha filha tinha feito, minha filha tem 13 anos, muito nova ainda mais com a cabeça no lugar, tenho muito orgulho dela, sempre muito responsável, me contas coisas que acontecem no colégio e tanto fora dele, sempre conversamos esses assusto de mulheres, esclareço as sua dúvidas, mas então chegando ao médico a visto uma mulher sentada, com uma expressão no rosto assustada, preocupada, aflita pelo seu jeito parecia que algo de muito ruim havia acontecido, então sentei perto do balcão para esperar a moça vim  me atender, enquanto isso passaram varias médicos e médicas e outras pessoas até que de repente  chega uma garota que pelo tamanho e pela cara poderíamos dizer que ela tinha uns 15 pra 16 anos, então elas começaram a conversar e nisso vem uma médica e lhe entrega um envelope, a mulher abre o envelope e lê o papel que estava dentro, a garota só pela expressão que a mãe fazia começou a chorar e a mãe entrou em desespero, e nisso a mulher começa a falar varias  coisas para a garota e lhe perguntar: “Por que você deixou isso acontecer?” “Você além de me desobedecer, me apronta uma dessas!” “Quantas vezes eu te disse para não se envolver com esse rapaz?” “E agora onde ele esta para assumir essa besteira que vocês dois fizeram?” “Você acha que saindo assim de casa e fazendo o que você que vai ser o melhor?”. Eu já assustada com a cena fui ao balcão para chamar a moça para que vice mais rápido, nisso vem à mesma médica que havia entregado o envelope para a mulher, também assustada com a cena, então pedi o exame e em quanto ela procurava começamos a conversar e a mulher continuava a dizer varias coisas para a garota, até que a médica me conta que essa garota havia feito uma exame de gravidez e deu positivo, tendo ela apenas 13 anos e que estava grávida de  um mês e duas semanas, na hora fiquei chocada, pois a primeira coisa que veio na minha cabeça foi minha filha que também tem a mesma idade então terminamos de conversar, ela me deu os exames e fui embora,e comecei a pensar como pode uma garota de 13 anos engravidar, será que ela não pensa nas conseqüências que pode ter mais tarde, em seu futuro também, com tantas informações e preservativos, será que os próprios pais não a ensinaram, pensei se isso acontece-se com minha filha, ficaria muito decepcionada e chateada com ela, mas claro que iria apoiar , não colocaria ela pra fora de casa, como ela ira sobrevier ainda mais com outra criança junto, brigar não adiantaria porque o pior já havia acontecido, mais a acolheria com maior amor e carinho.

Alice da Silva Soares

Anúncios

FAMÍLIA É TUDO

•9 de dezembro de 2010 • Deixe um comentário

EM UMA FAMÍLIA GRANDE E FELIZ, HAVIA UMA ADOLESCENTE BEM REBELDE QUE TINHA UMA VIDA BOA, TUDO O QUE ELA PEDIA, OS PAIS DELA CORRIAM ATRÁS, ATE QUE UM DIA, ELA ARRANJOU UM NAMORADO, MAS ELE ERA UMA PESSOA FORA DO NORMAL, DESAJEITADO, AQUELE TIPO DE PESSOA QUE OS PAIS DELA OLHARAM E NÃO APROVARAM, E ELA DIZIA QUE GOSTAVA DELE E ERA MUITO FELIZ DO SEU LADO, MAS OS PAIS DELA DISSERAM QUE NÃO GOSTOU DELE E QUE ERA PARA ELA SE SEPARAR, POIS SERIA PARA O BEM DELA, MAS ELA INSISTE EM DIZER QUE NÃO VAI SE SEPARAR DELE, ATÉ QUE OS PAIS DELAS FIZERAM ELA ESCOLHER ENTRE A FAMÍLIA E O NAMORADO, MAS ELA DECIDIU FICAR COM O NAMORADO, MAS A VIDA DELA NÃO FOI COMO ELA ESPERAVA POIS O NAMORADO DELA BATIA NELA, ABUSAVA DELA, TUDO DE RUIM ACONTECIA, MAS O MEDO ERA GRANDE QUE ELA NÃO DENUNCIAVA O NAMORADO DELA, ATÉ QUE CHEGOU O MOMENTO DE ELA ENGRAVIDAR DO RAPAZ, E QUANDO ELE SOUBE DISSO DECIDIU IR EMBORA E DEIXAR ELA SOZINHA, MAS HAVIA MUITOS PROBLEMAS NA VIDA DELA, ELA NÃO TRABALHAVA POIS NÃO CONSEGUIU CONCLUIR O 2º GRAU, MAS COMO ELA TINHA UMA FAMÍLIA QUE A AMAVA BASTANTE, ELA NÃO ESTAVA SOZINHA , OS PAIS DELA ESTAVAM LÁ PARA AJUDA-LA NO QUE ELA PRECISA, ELA ARREPENDIDA PEDE DESCULPA E FALA QUE AMAM ELES BASTANTE POIS ELES FORAM AS UNICAS PESSOAS QUE AJUDARAM ELA NOS MOMENTOS MAIS DIFÍCEIS DA VIDA DELA.

POSTADO POR: GUILHERME DUARTE

 

Uma história trágica

•8 de dezembro de 2010 • Deixe um comentário

Em uma sala de aula, havia um menino de porte médio, loiro, de olhos castanhos que gostava de uma menina com cabelos castanhos e olhos negros.  Esta menina, era muito amiga dele e ele não tinha coragem de arriscar perder a sua amizade. Após um tempo ele começou a namorar com duas meninas ao mesmo tempo uma loira e uma morena e viu que não precisava mais gostar da menina de cabelos castanhos. Porém sua amiga também gostava dele e ficava com cíumes dele com as outras meninas, um dia então ela se resolveu se declarar para ele,  se arrumou com sua melhor roupa e revelou seus sentimentos,  porém seu amor foi negado de imediato pelo menino, que foi frio e estúpido ao dar um fora em sua amiga. Após uma semana, ele percebe que na realidade, as duas com quem ele namorava, serviam somente para suprimir os sentimentos que ele tinha por sua amiga e após algum tempo ele decide se matar. A menina descobre que o menino havia tomado esta decisão e então corre para casa dele tentar impedi-lo,  porém,  já era tarde, ao entrar na casa do menino, ela viu seu corpo estendido no chão sobre uma poça de sangue e ao lado dele uma pistola que havia sido o modo que ele achou para cometer suicídio. E então a menina começa a chorar e  se culpar pelo acontecido e decide cometer suicídio também, pega a mesma arma, deita ao lado do menino, aperta a mão dele e atira na própria cabeça.

Produzido por: Henrique, Bruno e Mayco.

Direito e respeito as diferenças!

•6 de dezembro de 2010 • Deixe um comentário

Apesar da consolidação de um regime democrático de direito na Constituição de 1988, em que são garantidos a todos os brasileiros a liberdade e a igualdade, há dados preocupantes que revelam ser distinta a realidade de milhões de pessoas em todo o Brasil. Muitos são discriminados e sofrem preconceito em relação à cor; ao gênero; à orientação sexual; à condição física, mental e intelectual; à renda e a idade. Torna-se, então, de fundamental importância trabalhar essa temática no país, a fim de que, efetivamente, se consolide e se promova a igualdade de direitos e de oportunidades para todos os cidadãos.

Infelizmente, ainda são inúmeros os exemplos que ilustram a falta de aceitação da diversidade, tais como ataques morais e físicos a homossexuais, índio e negros; a inadequação dos espaços públicos e privados, dos meios de transporte e das instituições a portadores de deficiências e aos idosos.

O Brasil, não só por sua formação multicultural, mas também por suas dimensões continentais é um país que se poderia classificar como “megadiverso” – apropriando-se do termo da biologia para qualificar a sociedade brasileira. A diversidade e a aceitação são constituintes do país, já que as teorias a respeito da formação do povo brasileiro explicitam a composição multi-étnica e a atitude cordial de seus cidadãos. Trabalhar o tema com crianças e adolescentes brasileiros é, portanto, de suma importância; pois nessa faixa etária são construídos e consolidados muitos valores. Sensibilizá-los, pode significar uma sociedade mais igual e solidária em sua diversidade, agora e no futuro.

Texto retirado do site de relacionamento orkut da comunidade “Centro de Apoio a Diversidade – CAD”

Por: Louise Ribas

Só confie na família, e olhe lá!

•3 de dezembro de 2010 • 2 Comentários

Estava ouvindo musica no celular, parada no sinaleiro, quando não sei por qual motivo nem razão resolvo olhar pela janela. Uma menina de uns quinze ou dezesseis anos, cabelos negros e cacheados presos em um “rabo de cavalo”, pele clara quase como a neve, calças pretas justas como se fossem feitas sobre medida e uma blusa verde curta que mostrava sua barriga, na hora nem me liguei mais depois analisando mais a fundo percebi que esta jovem menina estava grávida, creio que de uns cinco ou seis meses. Fiquei me perguntando por qual motivo justo aquela menina da minha idade estaria grávida?! Seria a falta de orientação? Curiosidade? Abuso? Talvez por pura falta de ocupação? .
Depois fui pesquisar sobre o assunto, gravidez na adolescência,encontrei dados absurdos, como por exemplo: 20% das crianças que nascem no Brasil são filhos de mães entre 12 e 16 anos. O adolescente, impulsionado pela força de seus instintos, juntamente com a necessidade de provar a si mesmo sua virilidade e sua determinação em conquistar uma pessoa do sexo oposto, ou até do mesmo sexo, contraria com facilidade as normas tradicionais da sociedade e os aconselhamentos familiares, começa, avidamente, o exercício de sua sexualidade. Fiquei pensando naquela menina, que me chamou a atenção, no mesmo instante passou em um noticiário da TV uma reportagem sobre a gravidez na adolescência e quais são os motivos mais comuns, fiquei curiosa e fui assistir, após alguns depoimentos chocantes, apareceu essa tal menina, a reconheci pelos seus trajes que por coincidência ou não eram os mesmos que a vi a poucos minutos, fiquei “traumatizada” com o depoimento dela, era triste !

Ela era uma menina que tinha de tudo, atenção, estudo, morava em um bairro nobre… Por rebeldia aos princípios familiares, com vontade de quebrar as regras, e provar ao mundo que ela era “capaz”, acabou engravidando e hoje se encontra solteira, sem apoio do pai da criança, que por estar tão apaixonada acreditou que ele não a largaria e sempre estaria do seu lado. Hoje ela conta apenas com o apoio da família e de alguns amigos. Por alguns segundos fiquei impressionada e resolvi dar um “toque” para todos os adolescentes, sejam meninas ou meninos,não importa . O melhor é acreditar nos seus familiares, seguir o conselho deles,por que eles com certeza te amam e sempre querem o melhor para você.

Karollyne Beatriz

Mais uma em milhares

•3 de dezembro de 2010 • 2 Comentários

Era um domingo normal em família, pessoas que não se encontravam há algum tempo, estava muito feliz por estar lá, mas havia algo estranho com Marina, minha prima até então com 18 anos, ela não tinha mais aquele brilhos nos olhos, podia ver uma tristeza que transparecia claramente na sua fala, estava mais contida, em seus atos, em suas frases, tive medo de perguntar, e não perguntei, mas isso ainda me intrigava, deixei a conversa fluir, deixei os fatos acontecerem.Até que ficamos sozinhas conversando, lembrando das coisas do passado, por um momento esqueci aquilo que me intrigava, vi o sorriso em seus labios novamente, pena que esse momento durou tão pouco, creio eu que ela tenha percebido minha preocupação, e começou a me contar. Em um dia muito frio, com temperaturas negativas, e muito cedo, saiu para trabalhar, dia comum, sem movimento de pessoas ou carros na rua, chegaram alguns homens, e a raptaram, levaram ela a um lugar mais escondido e a violentaram, ainda consigo ver  lagrimas no seu rosto triste, a unica coisa que consegui fazer foi a abraçar, forte.

 

 

 

Sabrina :*

Discutindo sobre gênero

•3 de dezembro de 2010 • 2 Comentários

Em um dia estavamos na sala discutando sobre que tema nosso blog iria abordar, vários temas foram levantados, como: moda, sexualidade, música, entre outros. No momento em que um aluno falou no tema “esportes” isso foi criticado por uma aluna que exaltou “esporte é coisa pra menino” e com isso comecei a refletir o motivo desse comentário, já que as mulheres lutaram tanto pela igualdade entre os gêneros e agora estavam criticando a idéia de falar sobre esportes, enquanto nenhum menino havia criticado a idéia de falar sobre moda.Será que depois de tudo que já aconteceu, ainda existe o que é para meninos e o que é para meninas? Acho que muitas pessoas ainda tem preconceito em certas coisas, preferem se delimitar ao que a sociedade impõe a elas e não formulam sobre sua própria opínião.

Henrique Nemeth Junior