Não queira correr este risco, previna-se !

 

Hoje a maioria das mães que se tem, tanto em nosso país como no mundo, tem menos de 20 anos, a tão chamada gravidez na adolescência, um simples fato de olha uma moça com um bebê no colo já vem aquele pensamento, “nossa tão nova e já tem um filho” às vezes podemos estar enganas mais a maioria das vezes não, o que será que se passa na cabeça de uma jovem, pois engravidam por irresponsabilidade, será que elas mesmas não se dão conta que com tudo isso pode se vim uma doença grave, talvez sem cura e que também pelo fato de que o corpo não está totalmente formado pra gerar com toda segurança uma criança dentro dela, e também a responsabilidade que muitas vezes é deixada para os pais, com tanto preservativos oferecidos até pelo SUS de graça e também o meios de comunicações que a todo instante passam reportagem e abordam esse assunto hoje tão discutido pela sociedade, às vezes chego eu mesma a pensar que tudo isso seja uma falta de interesse da (do) jovem, pois tá na mídia, televisão, internet, rádio e também varias palestras são feitas nos colégios, pois é ai que atingem a maioria dos adolescentes, eu mesma tenho colegas e conhecidas que estão passando por isso, vejo que é uma situação difícil, pois como diz o ditado” é uma criança dando vida à outra criança” e na cabeça delas provavelmente devem vir mil e umas perguntas. “O que fazer?” “Como vou sustentar essa criança?” “Como eu deixei isso acontecer?” “Como meus pais vão reagir?” “O que vão pensar de mim?” e várias outras.

Muitas chegam apelar para o aborto, algo que é totalmente errado, pois porque tirar a vida de quem não tem culpa de estar vindo a esse mundo por irresponsabilidades de outros, no caso de seus próprios pais, algo assim inaceitável, porque o nascimento de uma criança é uma responsabilidade muito grande, não é a mesma coisa quando nos meninas, brincávamos de bonecas quando éramos mais novas, para muitas  tendo que deixar de estudar para trabalhar e conseguir o sustendo, tendo por ai mais dificuldades, pois sem estudo, não a possibilidades de encontrar um emprego digamos assim que “bom” no sentido, com carteira assinada, com direitos aos benefícios e até mesmo folga, na maioria dos casos as jovens acabam sendo abandonadas pelo pai da criança tendo então que bancar tudo sozinha tendo assim mais dificuldades para se manter.

 

 

Alice da Silva Soares!

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~ por 1efecep em 21 de novembro de 2010.

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